26 de outubro de 2011

Harpista

Aquelas fogueiras circulares chamando à dança as errantes almas noturnas para ecoar memórias esquecidas daquilo que sonha o mundo todo. É uma voz que me remete até lá. Posso sentir a dança, o movimento, o som da poesia da terra que se refaz aos pés de quem dança. O vento entoa um canto-melodia da escuridão. Levei a sombra profana que reconheceu-se sagrada então. Era apenas um véu. Sem distância. Ou fortaleza.

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