25 de setembro de 2011

Descubro que o sono tem a medida da minha saudade
É uma lança perdida nas mares do tempo, espaço único
Voando leve aos sonhos lembrança do que sou – em verdade
Tamanha coragem é preciso, para voltar aqui
Onde deixo minhas frágeis vestes do medo
Que gerou em mim a ilusão de ser, além da poesia onírica

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