2 de setembro de 2011

Ares – não de guerra, de fogo

Ecoou meu verso em fogo. Refletiu meu grito. Aqueceu o abismo do silêncio. Foi raiz e semente. Devolveu em flores o que brotou. Feito jardineiro cultivando palavras em pólen. Trouxe de longe, Ares e os ventos da criação, vermelho. Me deu a mão, aquela livre para tocar. Não era de primavera aquele tempo, era de estrela. Em qualquer estação se aquece a alma.  

Um comentário:

William Garibaldi disse...

Que lindo!

És A Poetisa! A Poeta!
Que Poder de cantar...
Que o Divino Criador Deus Deusa te abençoe.

Amo!