1 de agosto de 2011

nem palavra

Ainda falta intimidade com o silêncio. Conservo uma paixão escancarada com a palavra. Ali, jaz esse rei desconhecido que acena em mim, ao longe. Alguns anos ancorada no cais, cultivando o musgo verde da permanência, não ouço (nem em conchas) a sonoridade do mar, ondulado em vento.

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