12 de agosto de 2011

As estrelas não são fixas (para Campbell)


Despeço-me do campo do tempo (tão longo aceno), deixo-o porque creio na eternidade da dimensão do hoje, e não em tempos futuros, quando jaz. Afirmo o mundo, não o nego, creio no impulso natural da vida e mais do que entendê-la, minha urgência tanta, é de me sentir viva. Minha vida, articulada a um poema contínuo. A canção do universo, sem dualidades, luz-sombra, homem-mulher, bem-mal, ser ou não ser. E nesse caminho, único, para além da dualidade, me descubro criação: Deus.

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