7 de junho de 2011

desperta

Sejamos libertos
Das ilusões que alimentamos e das prisões que nos trancam.
Essencialmente apenas somos – todos.
Acaso algum animal é escravo de si mesmo?
Recorda textos antigos, guardados, empoeirados na gaveta do tempo.
Aprende tua própria linguagem, saindo do caminho fundo.
Não te percebes vida, porque estais a velar no funeral com todos.
Caminhas em outra direção, que nos primeiros passos se faz frio e dor.
Acorda do sono vulgar e sonharás! O sonho é o exercício da alma.
Em tempos de cegueira, poesia é palavra esquecida.

3 comentários:

marlene edir severino disse...

Como luva.
Despertei!

Beijo, querida!

Marlene

marlene edir severino disse...

Como luva.
Despertei!

Beijo, querida!

Marlene

Fernando disse...

infelizes e cegos são aqueles que não vivem em poesia...

admirado...!!!