13 de abril de 2011

Noutras vezes

Nada é o que sinto. 
Mesmo quando adentras meu templo em prazeres que gritam minha carne. 
Quero te dizer meu ser, emudecido e sem forma.
Que sonha ainda, para poder existir.

Um comentário:

Ricardo Steil disse...

Para exprimir a animu, illu spiritu, faz uso a poetisa da carne, da figura da carne, trazendo o inacessível para o real. Curti muito.