20 de dezembro de 2010

Imaginário

Imagino-me lá, num debruçar imenso (sobre ti),
Transfigurada em versos, (re) inventada.
Mas amparada no mesmo desejo.

4 comentários:

Ricardo Steil disse...

Poema desenvolvido no que demoninamos como construção dupla ou dupla leitura. Na primeira vemos os versos dedicados ao ofício do criador do verso que o ampara. Na segunda subtende-se o trabalho desenvolvido da poetisa para um segundo ser trazendo da esfera da arte para a vivência humana, para o sentimento humano de necessidade do amparo e ombro amigo de outro semelhante ao seu lado. Difícil desenvolver um poema neste sentido, muito mais no âmbito do poemeto como aqui demonstrado. A tua capacidade criativa às vezes me assusta.

Fernando Cid disse...

Adorei,

A sua alma sensual é um elixir.

Fernando Cid disse...

A sua alma sensual é um elixir

qoelheX disse...

Uixxxx.... me molhei...